quinta-feira, 15 de dezembro de 2011

Em qual direção segue esse carro?

As vezes,  dirigimos sob a influência do álcool...

Para esclarecer isso, peço-lhe que responda a seguinte pergunta:


Em qual direção segue esse carro?

A). Ele vai em frente?

B). Ele vai de ré?

C). Ele vai para a direita?

D). Ele vai para a esquerda?


Se você não está absolutamente certo(a ) de sua resposta, evite dirigir agora, só volte a dirigir quando estiver sóbrio!

Peço a palavra - Por Alberto David


Peço a palavra, pelos pobres, pelos esmoleiros, pelos indigentes e todos aqueles que vivem em estado vergonhoso, indigno e infame . Peço a palavra pelos tristes, pelos preocupados, pelos sombrios, pelos desesperados, e todos aqueles que vivem em estado de angústia e desventura. Peço ao Senhor, misericordioso e paciente, que ouça a minha Súplica. Misericórdia , Senhor aos aflitos aos… infelizes e aos… que choram.. Misericórdia , Senhor: aos cegos que não veem , aos surdos que não ouvem e aos que não sabem o que dizem . “Misericórdia, Senhor; aos inocentes, às crianças desprotegidas, e à velhice desamparada e aos nossos irmãos jogados nos trajetos das ruas…” na ambientação onde viceje o mal e a pouca compreensão “. Peço ao Senhor, sobrevestido de glória e graça, que tenha pressa em escutar a minha súplica.

Misericórdia , aos mutilados , aos inválidos e aos que gemem de dor..” e todas as situações onde encontras a ação das sombras” .Misericórdia, aos cancerosos, aos aidéticos , aos leprosos , … aos suicidas ! .Peço a palavra , peço ao Senhor do céu , da terra e da vida, que me ouça e me escute: tende misericórdia de todos nós, porque vossa misericórdia é infinita.

UM FELIZ NATAL E VOTOS DE PAZ E SAÚDE!!!!!!

segunda-feira, 12 de dezembro de 2011

Bar de Kerry: buchada, cerveja e resenhas... Por @tavares_512


BUTECANDO – Por Leonardo Tavares

Em Vitória da Conquista se faz presente essa agradável e tradicional cultura de bar. Existem aqueles em que somos obrigados a desfilar nossas melhores roupas, podemos fazer uma boa refeição e pagamos um pouco mais caro pela qualidade - também pelo status. Sapatos lustrosos e bochechas rosa com aquele ar de importância. E, claro, temos que sair antes de a bebida começar a fazer efeito. Seja a próxima parada ou o primeiro destino, todos são bem-vindos quando chegam às portas dos queridos botecos. Há quem se recuse a entrar. Há quem chame de nojento. Há também quem queria outro petisco se não a tripa de porco (com farofa). Mas não há quem não reconheça a atmosfera aconchegante que brota dali. Os freqüentadores, na maioria das vezes, não apenas freqüentam. Eles já são amigos dos garçons, trocam piadas com o dono, sentam-se na mesa como se estivessem na casa de sua mãe. Essa coluna é para lembrar desses queridos lugares e tem como intuito indicar para vocês iguarias, particularidades e amenidades encontradas por lá.

E, no meio de tanto boteco bom, decidir fazer minha estreia no Diário do Oprimido com o Bar de Kerry. Se é para falar de iguarias que chamam minha atenção, não tinha como começar de outro jeito.

Saiu pra balada de sábado e rendeu ficar até as 6h? Foi para uma formatura, um show ou uma resenha na casa de amigos (essa é mais difícil render tanto) e quer dar continuidade ou fim descente? O Bar de Kerry é uma dessas opções.

Localizado na Rua do Alecrim, próximo a Confraria Etílica Orlando “Bracim”, o ambiente é simples e digno de ser chamado de boteco. Tem como dono, Kerry, de uma simpatia sem tamanho e vascaíno doente. Lá você será congratulado com, sem sombra de duvidas, a melhor buchada com mocotó de Vitória da Conquista, uma cerveja estupidamente gelada e, de quebra, uma pinga direto da roça.

       Isso tudo junto com preços quase simbólicos e a possibilidade de encontrar pessoas oriundas de outras festas e desgarradas das mesmas que rendem como se não houvesse amanhã: policiais em final de ronda, taxistas no final de expediente (ou começando) a galera do baba (na ida ou na vinda), vizinhos que simplesmente acordam cedo, gente que acorda e vai tomar café (lê-se buchada) e volta pra casa são figuras fáceis e que fazem parte do domingo por lá.
       Só tem um único problema, que é o que torna tudo isso ainda mais especial: a buchada é feita de sábado para domingo, apenas, e é servida a partir das 5 horas da manhã do dia do Senhor. Ah, quase esqueço, é feito apenas um caldeirão. A assiduidade de seus clientes e apreciadores é tamanha que corre o risco, sempre, de às 9:00hr da manhã não ter pra quem queira.

       Bar de Kerry é um dos bons motivos para se acordar cedo no domingo ou estender mais um pouquinho o sábado à noite. Fica a dica. 

Bar de Kerry: buchada, cerveja e resenhas...

Tavares 512 - Colunista do Diário do Oprimido
twitter.com/tavares_512

quarta-feira, 7 de dezembro de 2011

Amizade Masculina X Amizade Feminina


AMIZADE FEMININA

Certa noite uma mulher não voltou para casa...
No dia seguinte, ela disse ao marido que tinha dormido na casa de uma amiga.
Desconfiado, o homem telefonou para as 10 melhores amigas da mulher, e...
Nenhuma sabia de nada...
Moral da História: Ô RAÇA DESUNIDA...


AMIZADE MASCULINA

Certa noite um homem não voltou para casa....
No dia seguinte, ele disse à esposa que tinha dormido na casa de um amigo.
Desconfiada, a mulher telefonou para os 10 melhores amigos do marido e...
Oito deles confirmaram que ele tinha passado a noite na casa deles e
dois disseram que ele ainda estava lá!!!
Moral da História: Ô RAÇA FILHA DA PUTA

terça-feira, 29 de novembro de 2011

Lição do Rato


Um rato, olhando pelo buraco na parede, vê o fazendeiro e sua esposa
abrindo um pacote.
 
Pensou logo no tipo de comida que haveria ali.
 
Ao descobrir que era ratoeira ficou aterrorizado.
 
Correu ao pátio da fazenda advertindo a todos:
 
- Há ratoeira na casa, ratoeira na casa !!
 
A galinha:
 
- Desculpe-me Sr. Rato, eu entendo que isso seja um grande problema
para o senhor, mas não me prejudica em nada, não me incomoda.
 
O rato foi até o porco e:
 
- Há ratoeira na casa, ratoeira !
 
- Desculpe-me Sr. Rato, mas não há nada que eu possa fazer, a não ser
orar. Fique tranqüilo que o Sr. será lembrado nas minhas orações.
 
O rato dirigiu-se à vaca e:
 
- Há ratoeira na casa,
 
- O quê? Ratoeira? Por acaso estou em perigo? Acho que não!
 
Então o rato voltou para casa abatido, para encarar a ratoeira.
 
Naquela noite, ouviu-se um barulho, como o da ratoeira pegando sua
vítima. A mulher do fazendeiro correu para ver o que havia pego. No
escuro, ela não percebeu que a ratoeira havia pego a cauda de uma
cobra venenosa. E a cobra picou a mulher...
 
O fazendeiro a levou imediatamente ao hospital.
 
Ela voltou com febre.
 
Todo mundo sabe que para alimentar alguém com febre, nada melhor que
uma canja de galinha.O fazendeiro pegou seu cutelo e foi providenciar
o ingrediente principal.
 
Como a doença da mulher continuava, os amigos e vizinhos vieram visitá-lá.
Para alimentá-los, o fazendeiro matou o porco.
 
A mulher não melhorou e acabou morrendo.
 
Muita gente veio para o funeral. O fazendeiro então sacrificou a vaca,
para alimentar todo aquele povo.
 
Moral da História: Na próxima vez que você ouvir dizer que alguém está diante de um
problema e acreditar que o problema não lhe diz respeito, lembre-se
que quando há uma ratoeira na casa, toda fazenda corre risco.
 
  
O problema de um é o problema de todos

segunda-feira, 28 de novembro de 2011

Hemorróidas - Por Luiz Fernando Veríssimo


HEMORRÓIDAS

Ptolomeu em 150 d.C. falava que a terra era o centro do universo e que tudo girava em torno dela, foram precisos cerca de 1400 anos para esta teoria ser rebatida por Nicolau Copérnico provando para a humanidade que o Sol sim era o centro.

Eu, simplesmente eu, descobri em apenas três dias, após 56 anos, que ambos estavam redondamente enganados: o centro do universo é o cú. Isso mesmo, o cú!

Operei das hemorróidas em caráter de urgência algumas semanas atrás. No domingo à noitinha, o que achava que seria um singelo peidinho, quase me virou do avesso.

É difícil, mas vamos ver se reverte, falou meu médico. Reverteu merda nenhuma, era mais fácil o Lula aceitar que sabia do mensalão do que aquela lazarenta bolinha (?) dar o toque de recolher.

Foram quase 2 horas de cirurgia e confesso não senti nadica de nada, nem se me enrabaram durante minha letargia!

Dois dias de hospital, passei bem embora tenham tentado me afogar com tanto soro que me aplicaram, foram litros e litros; recebi alta e fui repousar em casa.

Passados os efeitos anestésicos e analgésicos, vem a primeira vez. PUTA QUI PARIU!!! Parece que você ta cagando um croquete de figo da Índia, casca de abacaxi, concha de ostra e arame farpado. É um auto-flagelo.

Por uns três dias dói tanto que você não imagina uma coisinha tão pequena e com um nome tão reduzido (cú) possa doer tanto. O tamanho da dor não é proporcional ao tamanho do nome, neste caso, cú deveria chamar dobrovosky, tegulcigalpa, nabucodonosor.

Passam pela cabeça soluções mágicas:
- Usar um ventilador! Só se for daqueles túneis aerodinâmicos.
- Gelo! Só se eu escorregar pelado por uma encosta do Monte Everest.
- Esguichinho dagua! Tem que ser igual a da Praça da Matriz, névoa seguida de jatos intercalados.

Descobri também que somos descendentes diretos do bugio, porque você fica andando como macaco e com o cú vermelho; qualquer tosse, movimento inesperado, virada mais brusca o cú dói, e como!

Para melhorar as idas à privada, recomenda-se dieta na base de fibras, foi o que fiz: comi cinco vassouras piaçaba, um tapete de sisal e sete metros de corda. Agora sei o sentido daquela frase: quem tem medo de cagar não come!

Tudo valeu, agora já estou bem, cagando como manda o figurino, não preciso pensar para peidar, o cú ficou afinado em ré menor, uma beleza!

O foda é que usei Modess por 20 dias após a cirurgia e hoje to sentindo falta dele!


Meu Deus!